O vento roçando as marcas d’água
próprio cimento das horas secando
as voltas ao redor de si engajando
o impulsionar atormentado do eu.

O bloco dos nós cegos
dos dois fingidos
dos sozinhos

O senso empilha as frases
a cabeça chupa os ossos
calmamente despedaça

no tropeço dos dias
nos fins da semana
nas frases da lua
o som da maré