O vento roçando as marcas d’água
próprio cimento das horas secando
as voltas ao redor de si engajando
o impulsionar atormentado do eu.
O bloco dos nós cegos
dos dois fingidos
dos sozinhos
O senso empilha as frases
a cabeça chupa os ossos
calmamente despedaça
no tropeço dos dias
nos fins da semana
nas frases da lua
o som da maré

1 comment
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Março 1, 2009 às 3:29 pm
brunão
não pude deixar de reparar como escreve bem, parabéns!