Em óbito do sonho
aterrando a noite
abrindo os músculos
esquentando a prole

Engrenando a atenção
voltando à carne fresca
tomando posse de si
ensimesmando

Marcando os ciclos a ferro
esticando as juntas
resvalando a poesia

Aceitando o cheque
dando o nó na manga
cheirando o café